Taurina

A taurina é um aminoácido derivado dos aminoácidos sulfurados (metionina e cisteína), que se encontra conjugada com ácidos biliares de sódio e potássio, resultando na formação do ácido taurocólico, um dos ácidos da bile alcalina, essencial para absorção das gorduras (GANONG, 1988).

A taurina é o principal aminoácido intracelular livre da maior parte dos tecidos dos mamíferos (STURMAN et al., 1995). Em seres humanos, a taurina é tanto biossíntetizada quanto ingerida como parte da dieta normal. (BELLI et al., 1994). Estudos demonstraram que as maiores concentrações intracelulares de taurina são encontradas no coração, leucócitos, músculo esquelético, retina e SNC, sendo o fígado o local de maior variação nas concentrações de taurina, onde estas são dependentes da dieta ingerida (GAUL, 1989; KENDLER, 1989).

Além das bebidas energéticas, a taurina também pode ser encontrada em frutos do mar (mariscos, ostras), aves (carne escura de frango ou peru) e carne bovina (LAIDLAW et al, 1990).

Existem evidências que a taurina participa de várias funções fisiológicas importantes. No sistema nervoso está associada à osmorregulação, antioxidação, detoxificação e estímulo da glicólise e glicogênese. No fígado, a taurina conjuga-se com ampla variedade de produtos tóxicos como metabólitos de medicamentos e xenobióticos, permitindo que estas toxinas sejam rapidamente excretadas pelo organismo (HUXTABLE , 1992). A taurina pode ainda se complexar com metais pesados e reduzir os níveis destes metais pelo mecanismo de desintoxicação pela redução rápida com a formação de produtos estáveis (AZUMA, 1983).

Em estudos utilizando taurina, através do consumo de bebidas energéticas no exercício, foi demonstrado o efeito positivo deste aminoácido na resposta hormonal, conduzindo para um maior desempenho e tempo de exercício. Além disso, tanto os batimentos cardíacos e as concentrações de catecolaminas foram significantemente mais baixos no grupo que utilizou taurina, sendo estes efeitos os prováveis responsáveis pela resistência prolongada dos atletas (GEIB, 1994). Os mecanismos cardíacos atribuídos a taurina incluem efeito inotrópico positivo, modulação da capacidade do depósito de Cálcio no retículo sarcoplasmático, estimulação na velocidade de bombeamento de cálcio ativada pela ATPase (PASANTES- MORALES, 1982) e as influências nos canais iônicos (BANZER et al – in press).

Fonte: http://webrun.uol.com.br/home/n/conheca-cientificamente-uma-bebida-energetica/4797/secao/nutricao?pag=2

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